COMO A ANSIEDADE AFETA O CEREBRO

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1. INTRODUÇÃO

1.1 MEDO e ANSIEDADE

O medo é uma resposta adaptativa a situações dy también perigo, sendo expresso pela resposta de luta-ou-fuga mediada pela divisão simpática do sistema nervoso autônomo. A expressão inapropriada dy también medo caracteriza os transtornos dy también ansiedade.2A ansiedady también y también o medo estão intimapsique relacionados; los dos constituem reações dianty también dy también uma situação efetiva. Dy también modo geral, a ansiedady también se diferencia do medo pela ausência de um estímulo externo quy también produz a reação. A ansiedady también também tem sorate descrita como medo não resolvido. O medo, segundo essa concepção, relaciona-se com reações comportamentais dy también fuga ou evitação dy también situações ameaçadoras e, quando essas reações são sufocadas, o medo se transforma em ansiedade.4A ansiedady también y también o medo passam a ser reconhecidos como patológicos quando são exagerados, desproporcionais em relação ao estímulo, ou qualitativamente diferentes do que se observa como norma naquela faixa etária e interferem com a qualidade de vida, o conforto emocional ou o desempenho diário do indivíduo. Tais reações exageradas ao estímulo ansiogênico se desenvolvem, mais comumente, em indivíduos com uma predisposição neurobiológica herdada.3

1.2 ANSIEDADy también PATOLÓGICA

Ansiedade é um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado dy también antecipação dy también perigo, de algo desconhecorate ou estranho.3 Quando medo e ansiedade são mais constantes e persistentes do que seria razoável nessas circunstâncias, e impedem a vida normal, aí sim existy también um distúrbio de ansiedade.4Os distúrbios da ansiedady también ocorrem em qualquer idade, sendo associados a vários sintomas estressantes, como guerra, ameaças corporais, nervosismo, insônia e queixas somáticas.seis Outros fatores de estressy también podem ser medicações ou condições médicas gerais, mas o início é geralpsique espontâneo.Clinicamente, é útil considerar tais distúrbios em algumas síndromes diferentes, as quais incluem: (1) transtorno de pânico (TP) y también agorafobia, (2) fobias concretas y también fobia social, (3) transtorno dy también estresse pós-traumático (TEPT), (4) transtorno dy también ansiedade generalizada (TAG) y también (5) transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).7

2. TRANSTORNOS De ANSIEDADE

2.1 BASES NEUROBIOLÓGICAS

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Uma predisposição genmoral já foi estabelecida para muitos dos transtornos de ansiedade, apesar dy también os genes concretos ainda não terem sorate identificados. Outros transtornos de ansiedady también parecem ter suas raízes em acontecimientos estressya antes da vida.O medo é geralmente evocado por um estímulo aversivo, também chamado dy también estressor, sendo manifestado na resposta de estresse. A relação estímulo-resposta pody también ser reforçada pela experiência, mas também pode ser enfraquecida. A característica dos transtornos dy también ansiedade é a resposta inadequada ao estresse, regulada pelo sistema nervoso.A resposta ao estresse é a reação coordenada quy también acontecy también em função dy también estímulos aversivos. É caracterizada por comportamento dy también evitação ou esquiva, incremento da vigilância e do alerta, ativação da divisão simpática do sistema nervoso e liberação de cortisol pelas glândulas adrenais.O hipotálamo possui um papel central em orquestrar uma resposta humoral, visceromotora e somático-motora apropriada. Esta resposta é regulada pelo eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA). O hormônio cortisol, é liberado pela glândula adrenal em resposta a um incremento nos níveis sanguíneos do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), liberado pela hipófise precedente devorate ao estímulo do hormônio liberador de corticotrofina (CRH) do hipotálamo. Os neurônios hipotalâmicos quy también secretam CRH são regulados pela amígdala e pelo hipocampo. Quando o núcleo central da amígdala é ativado, interfery también no eixo HPA e a resposta ao estresse é emitida, sendo que a ativação inapropriada tem sido relacionada com os transtornos dy también ansiedade. O hipoámbito contém receptores para glicocorticóides que são ativados pelo cortisol, e com altos níveis dy también cortisol circulante, participa da regulação por retroalimentação do eixo HPA, inibindo a liberação dy también CRH e consequentemente dy también ACTH y también cortisol. A exposição contínua ao cortisol, em períodos dy también estressy también crônico, pode levar à disfunção y también à morty también dos neurônios hipocampais.2 Assim, o hipoámbito começará a apresentar falhas em sua capacidady también dy también controlar a liberação dos hormônios do estresse y también de realizar suas funções dy también rotina. O estressy también também repercusión a aptidão de induzir a potenciação de longo prazo no hipocampo, o quy también provavelpsique explica o porquê da falha de memória.cuatro A atividade elevada do córtex pré-frontal também tem sorate relatada nos transtornos de ansiedade. Em resumo, a amígdala y también o hipoámbito regulam o sistema HPA e a resposta ao estresse de uma maneira coordenada, tanto com a hiperatividady también da amígdala2, relacionada a memórias inconscientes estabelecidas por mecanismos de condicionamento pelo medo4 quanto com a diminuição de atividade do hipocampo2, o qual participa no armazenamento de memórias conscientes durante uma situação de aprendizado traumático.4

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2.dos NEUROTRANSMISSORES

A serotonina 5-HT é uma substância importantíssima no estudo neuroquímico da ansiedade. Tanto o bloqueio dy también seus receptores, quanto o bloqueio da sua síntese, produzem efeitos ansiolíticos. A 5-HT exercy también um duplo papel na regulação da ansiedady también – ansiogênico na amígdala y también ansiolítico na matéria cinzenta periaquedutal dorsal (MCPD).A amígdala parece ter a função de avaliar o grau dy también ameaça para, em seguida, enseñar estruturas executivas quanto ao tipo de reação de defesa a ser programado. A MCPD devy también ser acionada sopsique em casos de perigo iminente. Assim sendo, faz apreciado quy también os sistemas neuronais serotoninérgicos inibam a MCPD, enquanto facilitam o processamento de informações relativas à defesa na amígdala. Deste ponto dy también vista o duplo papel da 5-HT pode ser considerado como tendo um valor adaptativo.1Os inibidores seletivos da recaptação dy también serotonina (ISRSs), prolongam a ação da serotonina liberada nos seus receptores, inibindo sua recaptação. O efeito parecy también sy también dever a uma adaptação do sistema nervoso aos elevados níveis cerebrais de serotonina, e uma das respostas adaptativas aos ISRSs é um aumento dos receptores para glicocorticóides no hipocampo e conseqüente incremento da retroalimentação positiva dos neurônios CRH no hipotálamo.2Outro neurotransmissor envolvido nos processos dy también ansiedade é o GABA (ácloco gama-aminobutírico), o principal neurotransmissor inibitório do SNC. Ely también está presente em quase todas as regiões do cérebro, embora sua concentração varie conforme a região.A relação entre o GABA y también a ansiedade evidencia-se no fato de quy también todos os ansiolíticos conhecidos, facilitam sua ação. Seu efeito ansiolítico parece consistir em reduzir o funcionamento de grupos neuronais do sistema límbico, inclusive a amígdala e o hipocampo, responsáveis pela integração dy también reações dy también defesa contra ameaças dy también dano ou perda, ou, ainda, evocadas por situações novas.Ao se conjuntar com o receptor, o neurotransmissor GABA altera-lhy también a conformação y también essa deformação transmite-sy también ao canal dy también Cl (Cloro), abrindo-o. Em conseqüência, íons Cl penetram na célula, ondy también sua concentração é menor que no exterior. Com isso ocorre uma hiperpolarização da membrana pós-sináptica que inibe os disparos do neurônio pós-sináptico por complicar a despolarização dy también sua membrana, necessária à geração dy también impulso nervoso.1Algumas drogas reduzem a ansiedady también agindo na alteração da transmissão sináptica no encéfalo, entry también elas os benzodiazepínicos, os quais estimulam a ação do GABA, suprimindo assim a atividady también dos circuitos cerebrais utilizados na resposta ao estresse.23. TRANSTORNO De PÂNICO

O transtorno do pânico (TP) caracteriza-se fundamentalpsique pela ocorrência repetida, e pelo menos inicialmente inesperada, dy también crises ou ataques auto-limitados dy también pânico (episódios intensos dy también medo y también desconforto, com múltiplos sintomas físicos y también psíquicos). Tais ataques não necessitam dy también estímulos desencadeantes diretos específicos, nem resultam de doença física. O curso do transtorno é crônico com altas taxas dy también recaída, e tem como quadros comórbidos mais freqüentes a agorafobia e depressão.5Os ataques dy también pânico aparecem pela primeira vez mais comupsique entry también a adolescência e o final da quarta década de vida, mas podem iniciar-sy también depois dos 45 anos. Episódios numa idady también mais avançada são geralmente recidivas, quando eventos novos imitam episódios anteriores desencadeados por situações7.As manifestações clínicas iniciam-se abruptapsique y también atingem um auge em dez minutos. Apresentam-se como sintomas físicos: palpitações, taquicardia, calafrios ou ondas de calor, parestesias (dormência ou formigamento), falta dy también ar, tremores, sudorese, dor ou desconforto no peito, sensação de desmaio, tontura, cefaléia, mal-estar abdominal, náuseas y también diarréia. Também ocorrem sintomas psiquiátricos: medo de morrer, medo dy también perder o controly también ou enlouquecer, desrealização (sentimentos dy también irrealidade) ou despersonalização (sentir-se distante da própria pessoa).A característica essencial do TP é a recorrência de ataques inesperados seguidos por pelo menos uno mês dy también receio persistenty también de ter uma repetição do ataque ou alterações significativas dy también comportamento relacionadas ao medo de outro ataque. Os ataques podem ser precipitados por situações especiais, como a aproximação de cobras, ou podem não ter desencadeantes e ser espontâneos.As teorias relativas à patogênese incluem abordagens químicas, genéticas, hormonais, dy también circuitos, psicodinâmicas y también dy también aprendizado. Evidências extensas indicam que a amígdala desempenha um papel importante nas reações dy también medo y también ansiedade. O hipocampo faz parte da redy también neural da ansiedade, participando da consolidação ou da evocação dy también recordações dolorosas. A desregulação noradrenérgica, com uma atividady también excessiva pody también ser um fator, com alterações na sensibilidade dos receptores.Estudos sugerem que os sistemas neurais quy también envolvem recordações indesejadas são cruciais, por el hecho de que um processo dy también esquecimento ativo suprimy también as memórias dolorosas. Ativações do córtex pré-frontal y también do hiposector direito predizem a magnitude do esquecimento. Os modelos de ansiedade abordam circuitos y también não receptores dy también transmissores específicos.7

4. AGORAFOBIA

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A agorafobia caracteriza-se por uma grave ansiedady también com respeito a estar em situações das quais parecy también bastante difícil ou embaraçoso escapardos em caso dy también mal-estar ou crisy también dy también pânico. O medo dy también não receber o socorro adequado em caso de necessidady también gera uma série dy también comportamentos de evitação, em geral muito limitantes.5A ansiedade leva os pacientes a evitar situações percebidas irracionalpsique como ameaçadoras, como ficar sozinho fora dy también casa, em uma multidão, em um carro ou avião, em uma ponte ou em um elevador. A agorafobia em geral é uma condição adversa do transtorno do pânico.2

5. FOBIAS ESPECÍFICAS

Fobia é um temor específico y también persistente relacionado a um determinado objeto ou situação, quy también não seja situação dy también exposição pública ou medo de ter um ataque dy también pânico. A exposição evoca uma resposta ansiosa imediata que é excessiva e/ou irracional.7 As fobias concretas são diferenciadas dos medos normais da infância por constituírem uma reação excessiva y también desadaptativa, quy también foge do controly también do indivíduo, leva a reações de fuga, é persistenty también e caestados unidos comprometimento no funcionamento da criança.3 Os tipos mais comuns são: medo desencadeado por animais, ambiente natural como tempestades, situacional por medo dy también voar, e medo dy también agulhas, dy también ver sanguy también ou uma lesão.A idady también de início varia segundo o tipo de fobia. Eventos vitais, incluindo traumas, podem evocar o desenvolvimento dy también uma fobia. São frequentemente notados familiares com fobias específicas, sendo quy también o medo não é integralpsique prevalente.7As fobias específicas frequentepsique não são tratadas com farmacologia y también sim com terapia comportamental. As técnicas utilizadas requerem exposição em grupo ou individual ao estímulo fóbico de maneira a produzir a extinção da reação exagerada dy también medo. A técnica que tem sorate mais empregada é a de dessensibilização progressiva (programa dy también exposição gradual ao estímulo).3

6. FOBIA SOCIAL

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A fobia social foi definida como uma condição diferente e se superpõe frequentepsique a outras condições diagnósticas como depressão, abuso dy también drogas, transtorno dy también pânico y también ansiedade generalizada.siete O medo persistente y también intenso dy también situações onde a pessoa julga estar exposta à avaliação de outros, ou sy también comportar dy también maneira humilhanty también ou vergonhosa, caracteriza o diagnóstico dy también fobia social.

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Em jovens, a ansiedady también pode ser expressa por choro, “acessos dy también raiva” ou afastamento de situações sociais nas quais haja pessoas não familiares.

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Crianças com fobia social relatam desconforto em inúmeras situações: falar em sala dy también aula, comer na cantina cercano a outras crianças, dirigir a palavra a figuras de autoridade como professores y también treinadores, além dy también conversas/brincadeiras com outras crianças. Nessas situações, comumente há a presença de sintomas físicos como: palpitações, tremores, calafrios e calores súbitos, sudorese y también náuseas.3Estudos de gêmeos sugerem que 30% a 40% dos casos são hereditários. Entretanto, não foram definidas variáveis fisiológicas ou anatômicas. A diminuição dos receptores Ddos ou do transporty también de dopamina pode estar envolvida.7

7. TRANSTORNO Dy también ESTRESSe PÓS-TRAUMÁTICO

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Experiências traumáticas podem ter um impacto gravy también e duradouro sobry también as pessoas. Um indivíduo quy también é exposto a um acontecimiento traumático como vivenciar, testemunhar ou se defrontar com a morty también efetiva ou uma ameaça dy también morte, uma lesão gravy también ou ameaça à integridady también física da própria pessoa ou de outras pessoas; pode desenregresar uma resposta de intenso medo, impotência ou pavor; y también essy también evento passa a ser revivorate periodicamente como recordações angustiya antes recorrentes e invasivas, incluindo imagens y también pensamentos; sonhos recorrentes com o evento, sentimento de quy también esteja ocorrendo novapsique ou ter alucinações e flashbacks, intensa angústia psicológica e reatividade fisiológica por ocasião de exposição à condições que sy también assemelham ao evento.7

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Filme romântico que mostra o TEPT

O pacienty también evita estímulos associados ao acontecimiento traumático e falar sobre o quy también aconteceu, pois essa atitude parecy también perpetuar os sintomas como em geral acontecy también com todos os transtornos ansiosos3, ou seja, hipervigilância, dificuldade dy también dormir, explosões dy también irritabilidade, raiva ou ambas.O transtorno dos neurocircuitos no TEPT é um enigma; áreas límbicas, paralímbicas e visuais podem estar envolvidas. O achado hormonal mais constanty también é a supressão aumencionada da secreção de cortisol em resposta a doses baixas de dexametasona. O padrão de supressão sugery también sensibilidade aumencionada do eixo hipotalâmico-hipofisário como retroalimentación negativo aumentado. Entretanto essa resposta pody también ser geneticapsique determinada, e não uma resposta ao trauma em si, assim esses achados poderiam explicar a vulnerabilidade, e não a ocorrência da doença.7

8. TRANSTORNO Dy también ANSIEDADy también GENERALIZADA

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As pessoas com transtorno de ansiedady también generalizada apresentam medo excessivo, preocupações ou sentimentos dy también pânico exagerados y también irracionais a respeito de várias situações. Estão constantepsique tensas y también dão a impressão de quy también qualquer situação é ou pode ser provocadora de ansiedade. São indivíduos quy también estão sempry también muito preocupados com o julgamento dy también terceiros em relação a seu desempenho em distintos áreas e necessitam exageradapsique quy también lhes renovem a confiança, que os tranqüilizem. Apresentam-se inquietos y también nervosos, com dificuldade para relaxar, ficam fatigados facilmente, possuem dificuldade dy también concentração, irritabilidady también y también distúrbios do sono, y también também apresentam queixas somáticas sem causa aparenty también e sinais dy también hiperatividady también autonômica (ex. Palidez, sudorese, taquipnéia, tensão muscular e vigilância aumentada).O início deste transtorno costuma ser insidioso, muitas vezes com dificuldady también em precisar quando começou e vai se agravando até sy también tornar intolerável y también crônico.3 Anormalidades no volume da amígdala y también atividade cortical aucitada são evidências quy también explicam parte da ativação fácil y también da hipervigilância observadas no TAG.

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O complexo cerebral receptor do GABA pody también ser diferente nesses indivíduos, quy también também apresentam densidady también diminuída dos receptores benzodiazepínicos nas células do sangue periférico. No entanto, outros locais receptores (não-benzodiazepínicos) estão provavelpsique envolvidos. Pelo menos dois receptores críticos, especialpsique serotonina 1A, receptor do fator dy también liberação do corticotrofina y también alguns subgéneros de receptores do GABA parecem ser responsáveis por alguns dos circuitos do medo.7

9. TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO

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Obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes y también persistentes quy también são vivenciados como invasivos e inadequados e podem causar ansiedady también ou angústia acentuada.siete São temas comuns pensamentos dy también contaminação com germes ou fluidos corporais, idéias de que se tenha causado mal a alguém, além dy también impulsos violentos ou sexuais.2Compulsão são comportamentos repetidos – lavar as mãos ou verificar – ou atos mentais, como contar ou repetir palavras silenciosamente. A pessoa sente-se impelida a executar esses atos em reposta a uma obsessão ou de acordo com algumas regras rígidas. Os comportamentos visam a redução ou a prevenção da angústia ou dy también um acontecimiento temido. Entretanto, esses comportamentos não estão ligados de maneira realista ao quy también eles visam a neutralizar ou evitar, eles são claramente excessivos. O indivíduo perceby también que as obsessões ou compulsões são excessivas y también que elas causam angústia por interferir em rotinas, ocupações ou atividades sociais normais.

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Neurobiologia do TOC-hipofunção serotoninérgica

O TOC é uma condição crônica. Inicia-sy también geralmente na adolescência ou início da fase adulta, é gradual, com algum recrudescimento y también melhora quy también podem estar relacionados a estresse. Foi sugerida redução na ação do GABA.7

Ariadne Belavenutti Magrinelli-médica, graduada pela UFGD-VIIIa turma11. BIBLIOGRAFIA

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